Pages

Notícias e Twitters

Mostrando postagens com marcador Reservatorios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reservatorios. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Chuveu muita coisa gente !!!!

Olhem e vejam como foi atípica a precipitação no mês de março de 2011.
Ou seja, se este ano fosse um ano normal as térmicas estariam a plena carga.
As bacias do Rio Grande e do Paranaíba, são a caixa d`agua do Brasil.

Sub-Bacia do Rio Grande

http://img0.cptec.inpe.br/~renrimg/prec/maiores/prec24gr.gif

Sub-Bacia Paranaíba

http://img0.cptec.inpe.br/~renrimg/prec/maiores/prec24pr.gif

Fonte : Energia-CPTEC/INPE

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Sobra de Energia


Senhores esta é uma daquelas notícias que temos que registrar e aguardar. Vamos ver o que acontece. É certo que a lei do Verão permanece independente de qualquer coisa. A saber : A cada Verão uma Emoção.

A minha opinião é que este ano está sendo totalmente atípico, tanto pela quantidade de chuvas, a começar pela catástrofe da serra carioca, e também pelo clima muito mais frio do que tem acontecido.

Existe uma teoria que um amigo me falou, que a turma da meteorologia estão dizendo que as chuvas no Brasil serão maiores em volume, por conta da mudança climática. A estiagem também.

Vamos aguardar.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Guardar e Aguardar !!!

Smart Energy | Baixo nível dos reservatórios não preocupa EPE

http://www.smartenergyonline.com.br/article.php?a=359

Baixo nível dos reservatórios não preocupa EPE De acordo com Tolmasquim, com a expansão já contratada e garantida do sistema elétrico, o Brasil tem condições de crescer 7% ao ano até 2014 A recente redução no nível dos reservatórios das hidrelétricas devido ao período seco, não preocupa a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, afirmou nesta segunda-feira (27/09) que não há riscos para a segurança do sistema elétrico. “Graças aos investimentos que foram feitos na expansão do setor elétrico, temos hoje uma situação de total tranquilidade.

Mesmo com essas fortes taxas de crescimento da demanda e o fato de estarmos passando por uma seca no País, com os reservatórios no nível mais baixo, a situação é de tranquilidade neste ano e no ano que vem”, garantiu o executivo do governo. Tolmasquim também comentou os números da resenha mensal da EPE, que apontaram um aumento de 7,1% no consumo de energia no País em agosto. O executivo creditou a maior parte do crescimento à indústria - que registrou alta de 9,5% na demanda - com destaque para o setor de exportação. De janeiro a agosto de 2010, as indústrias voltadas para as vendas externas elevaram o consumo em 19%, quando comparado com o mesmo período do ano passado. “Em 2009, o setor voltado ao mercado exterior teve uma forte queda devido à crise internacional e à redução das importações dos países desenvolvidos. Em 2010, os setores metalúrgico, extrativo-mineral e químico vêm puxando o consumo de energia elétrica”. De acordo com Tolmasquim, com a expansão já contratada e garantida do sistema elétrico, o Brasil tem condições de crescer 7% ao ano até 2014. “A partir daí, temos o suprimento de energia garantido graças à entrada em operação das usinas hidrelétricas leiloadas, como Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, e Belo Monte, no Rio Xingu. Já contratamos o equivalente a 71% da capacidade de geração necessária para os próximos 10 anos”, assegurou. Da redação, com informações da Agência Brasil

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Minha Opnião : Térmicas

Antes do apagão de 2001 eu não me lembro de que algum dos que falavam mal da gestão da politica energética do governo FHC, defendiam que as térmicas seriam uma estratégia e/ou solução para a economia de água dos reservatórios.

Não vou aqui defender FHC e sua política energética, nem atacar aos que o atacavam. O fato é que o apagão de 2001 foi um marco na história do setor elétrico brasileiro. A decisão de empurrar goela abaixo da Petrobras as quarenta e tantas térmicas nasceu no apagão. Nos anos seguintes com grande folga de potencia as térmicas tiveram tempo para ser construídas. Muitas foram fonte de prejuízo e outras eram para inglês ver, pois não tinham gás para queimar. Não vou falar das térmicas emergências porque não suporto a dor de tanto dinheiro jogado fora e do tamanho da incompetência que foi a contratação de algo tão horrível.

Se eu fosse professor universitário com tempo para olhar para o teto, meditar, pesquisar, redigir e publicar. Eu faria um levantamento da geração térmica, com exceção da nuclear nos últimos 20 anos e simularia os últimos 10 anos, ou seja, 2000 até 2009, com a geração de energia térmica de 1990 até 1999 e verificaria como estariam os reservatórios nesta simulação. E quantas vezes nós teríamos entrado em condição de risco de apagão.

Os dados de 2000 para cá é fácil de achar estão no site do ONS, mas os de 1990 até 1999 eu nem imagino onde achar.

O que eu estou querendo dizer, é: que a pelo menos cinco anos as térmicas a combustíveis fósseis são base em conjunto com as hidrelétricas, e tem a sua "sazonalidade". Vão continuar sendo, e a necessidade vai aumentar.

A conversa de que é para economizar água dos reservatórios, não faz sentido e é para camuflar o erro no planejamento energético. Pois deveriam ter incentivando e proclamado a todos os cantos e candangos a eficiência energética seja na geração seja no uso.

Veja abaixo como estavam os reservatórios em 2009 e 2000 e o montante de geração térmica de cada respectivo ano. Não quero comparar com o ano de 2004 ou 2008, pois seria muito terrorísmo.

O argumento de que as térmicas são também utilizadas para a segurança no caso de algum raio subversivo decida derrubar parte do sistema, é válido, porém a cada dia, este argumento fica mais fraco, tendo em vista, a quantidade de km de linhas de transmissão que foram construídas para interligar as diversas regiões.

Concluindo, as térmicas a combustíveis fosseis, são BASE e pronto, economia de água é eficiência energética.





segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Em nosso berço esplendido sempre cabe mais um.

Senhores veja abaixo a diferença na Carga de Energia entre 2000 e 2010. Eu não peguei a curva de 2001, nem mesmo a de 2002, pois seria algo realmente distorcido. Lembre que em 2001 nós tivemos o racionamento, onde esta curva teve um recuo de 3 anos equivalentes. A redução foi significativa nós Brasileiro construímos uma Usina Itaipu, sem qualquer impacto ambiental em um prazo de 3 meses, é isso mesmo, não é brincadeira não. Mas vamos deixar isso para lá, e também o 9/11 que deixou o mundo extasiado e que abalou em certa media as decisões de investimento durante aquele ano e durante o primeiro ano da guerra do Afeganistão, e também vamos deixar para lá a crise de 2008. Pois isso tudo nos ajudou a postergar investimentos em geração, transmissão e distribuição. E a nossa capacidade de armazenamento de água permanece a mesma. O que era plurianual passou a ser plurimensal. Mas está longe de ser pluri horária, olha aí que boa notícia.

Fonte ONS